O uso e abuso de substâncias químicas caracteriza-se por uma dependência tanto psicológica como física de drogas, incluindo-se medicamentos com receita médica e álcool.

O que é uma dependência química? Acontece quando um indivíduo necessita de uma droga para funcionar. As drogas e o álcool podem provocar danos graves ao organismo e, ambos têm um efeito tóxico sobre o fígado, órgão essencial para o bom funcionamento do organismo e, também para o cérebro, cujos danos poderão ser verdadeiramente preocupantes. O uso e abuso continuado de substâncias químicas pode desencadear uma toxicomania ou vício, podendo causar problemas mentais, desde ansiedade, pânico e depressão, decorrentes de um sistema nervoso central danificado e de outras doenças como insuficiência renal e impotência. O abuso de substâncias químicas e álcool está  ligado a casos de homicídios, suicídios, mortes no trânsito, agressões domésticas e atos de violência. Como reconhecer se existe ou não dependência? Normalmente a dependência desenvolve-se ao longo dos tempos, com inicio esporádico e de vez em quando, progredindo até à dependência. Algumas pessoas são mais propensas que outras a desenvolver a dependência, para o que contribuem fatores sociais, psicológicos, depressivos, deficiências nutricionais, etc.

Antes de qualquer tratamento é fundamental solicitar exames que ajudem a compreender as possíveis causas da tendência para o abuso de substâncias químicas, drogas, álcool: Análises de vitaminas e sais minerais: magnésio, vitaminas do complexo B, crómio. Análises da função digestiva: micróbios, parasitas, cândida Intolerâncias alimentares e ambientais, alergias Equilíbrio do açúcar sanguíneo e dos aminoácidos.

A Naturopatia trata estas situações em respeitando três grandes princípios:

Desintoxicação: Restauração dos sistemas danificados do organismo através de uma alimentação específica. Equilíbrio do organismo com suplementos naturais para reforço do sistema imunitário e do sistema central nervoso. A desintoxicação visa a limpeza diária do intestino e fígado, através da depuração sinérgica de spirulina e clorela, conjuntamente com dente de leão, cardo mariano, alcachofra e ganoderma.

Alimentação: Restaurar o organismo é fundamental, os alimentos naturais devem ser variados e constituídos por verduras, vegetais coloridos, cereais integrais, leguminosas, oleaginosas, sementes, fruta, proteínas magras, ou seja, um conjunto de nutrientes ricos em proteínas, minerais e vitaminas. A ingestão de alimentos deverá ser alternada e variada ao longo do dia, preferencialmente com intervalos de duas horas.

Esta estratégia ajudará a equilibrar os níveis de açúcar no sangue e a resistir às tentações. Beber um copo de água a cada duas horas proporciona ao organismo uma hidratação apropriada e contribui para a eliminação de toxinas acumuladas.

A alimentação rica em fibras é essencial para evitar a obstipação, ajudar o intestino a libertar toxinas e prepará-lo para uma boa absorção de todos os nutrientes. A suplementação consagra polivitamínicos de minerais e vitaminas de alta potência, fundamentais para a revitalização e energia do organismo, e para reforçar o sistema nervoso e emocional, elevando a autoconfiança e o humor.

O tratamento eficaz começa quando um dependente toma a decisão de abandonar o vício e, nestas circunstâncias muito contribuem as terapias de caracter psicológico e espirituais.

 

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A obstipação intestinal, também conhecida como prisão de ventre, é uma doença gastrointestinal cada vez mais presente e, com um grau de Incidência preocupante, já na idade infantil.

Num organismo saudável, o percurso da matéria residual pelo trato digestivo, corresponde a um ciclo previsível e regular que poderá oscilar entre 6 a 24 horas. Os sintomas mais comuns são a dificuldade em evacuar, diminuição da frequência da evacuação, abdómen inchado e sensível, flatulência, mal-estar, perda de apetite. Quando o trajeto da matéria residual é muito demorado, o resultado é a obstipação. Quando os intestinos estão obstipados, pode ser difícil evacuar e, muitas vezes com sintomas desconfortáveis como cólicas, mal-estar, e distensão abdominal.

Sendo uma situação cada vez mais recorrente, é para uma grande maioria das pessoas uma situação desconfortável e inofensiva, mas não considerada uma doença que poderá provocar problemas muito desagradáveis e outros problemas bem mais sérios. A obstipação poderá desencadear doenças de pele, artrite, mau hálito, dores de cabeça, síndrome do intestino irritado, cansaço, hemorroidas, hérnias, insónia, síndrome da má absorção, ganho de peso, varizes, doenças de humor, inclusive a depressão. A este propósito devemos lembrar que 90% da serotonina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar) é produzida pelo intestino, se este estiver na sua plenitude.

Vários estudos têm demonstrado que o tipo de alimentação ocidental rica em gorduras e pobre em fibras e líquidos, é a causa da maioria das obstipações. Na ausência de fibras e líquidos, os movimentos de contração do intestino grosso não são estimulados regularmente e a matéria residual não é expelida. Estudos recentes mostram que quando a matéria residual permanece no cólon por um longo período, as bactérias e outras matérias prejudiciais, podem ser reabsorvidas pela corrente sanguínea, provocando intoxicação generalizada. O stress ou as emoções suprimidas costumam ser fatores que passam despercebidos no caso da obstipação. Contudo, há uma conexão direta entre o stress e a mobilidade intestinal. Uma das causas para a obstipação, é o aparelho digestivo quando funciona mal, especialmente no caso do fluxo biliar deficiente do fígado e da vesícula, provocado por excessos e erros alimentares. Outros fatores como sedentarismo e alguns medicamentos, também poderão contribuir para a obstipação. O uso de laxantes está muito generalizado porque as pessoas julgam que é a melhor forma de alívio e não associam os problemas que poderão advir. Infelizmente esta prática recorrente resulta muitas vezes em situações indesejáveis.

Ora a forma mais saudável que recomendamos é uma alimentação rica em fibras, cereais integrais, fruta, hortaliças, leguminosas, frutos secos, muitos líquidos. Normalmente as pessoas que sofrem de obstipação têm défice de magnésio, e as verduras para além das fibras contêm este mineral. Ameixas secas e figos secos de Torres Novas são elementares fontes de fibras alimentares. O seu uso regular a par das sementes de linhaça são altamente recomendadas, pela sua elevada concentração de fibras, assim como uma média de 2 litros de líquidos diários. Os alimentos a evitar são os fritos e alimentos ricos em gorduras saturadas, porque as gorduras retardam o tempo de transporte dos alimentos pelo intestino e estimulam a produção de mucos, assim como todos os laticínios, produtos processados, farinhas refinadas, açúcar e refrigerantes. Enquanto a obstipação persistir é de total conveniência suprimir a cafeína e o álcool. Em casos recorrentes de obstipação é fundamental uma desintoxicação, sempre orientada por um profissional de saúde qualificado.

 

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Aloé Vera, também conhecida por planta dos milagres pelos médicos da antiguidade, é uma planta medicinal cujo uso tem sido intensificado ao longo dos séculos e, nas últimas décadas tem sido motivo de interesse de pesquisas, com vários estudos científicos na aplicação de uma grande variedade de doenças e, com grande destaque, nas doenças oncológicas.

George Ebers foi o primeiro descobridor do uso da Aloé na Antiguidade, depois de ter encontrado um manuscrito de papiro do Egípcio antigo, datado de 3.500 antes de Cristo (a.C.), considerado também, como um grande tratado de plantas medicinais. Posteriormente a esta descoberta, outros pesquisadores descobriram que esta planta era também usada pelos Indianos e Chineses antigos e, também, por médicos Gregos e Romanos, como Dioscórides e Plínio, que utilizavam o Aloé Vera como remédio curativo insuperável e de enorme eficácia. Existem mais de 200 variedades de Aloé, mas nem todas com características medicinais, sendo as mais valiosas a Aloé Arborescens  (folha estreita pontiaguda e flor cor de rosa) e Aloé Barbadensis (folha larga e pontiaguda e flor amarelada). As duas variedades alcançam a maturidade em quatro anos, quando o gel contido dentro das folhas já pode ser utilizado  para a produção de sumo natural. O gel pode ser utilizado na elaboração de suplementos naturais e medicamentos farmacológicos, tanta de utilização oral como tópica. A Aloé funciona como um “coktail” de elementos nutricionais, que ao combinar a sua ação e equilíbrio, produz um efeito muito mais poderoso do que aquele que seria esperado se os elementos estivessem separados individualmente. Isto significa que todos os seus compostos químicos trabalham  em conjunto, como se fora uma equipa, intensificando os efeitos de cada um, ou seja, um efeito sinérgico. A Aloé tem propriedades adaptogénicas, o que significa que é um conjunto de substâncias que aumentam a resistência do organismo contra problemas desde infeções ao stress. As qualidades nutricionais  e terapêuticas e antioxidantes da Aloé ajudam a curar os órgãos, feridas e tecidos da pele danificados, promovendo a sua regeneração. As suas propriedades antioxidantes combatem os radicais livres,causadores de várias enfermidades, incluindo doenças oncológicas e processos de envelhecimento. Como funciona a Aloé? A sua ação anti-inflamatória natural e antimicrobiana, combinada com os seus elementos nutricionais celulares, promovem o crescimento celular e, ajudam a reverter o processo inflamatório. Estima-se que a Aloé Vera contenha no seu gel mais de 200 substâncias ativas e, destas, a mais abundante, são os polissacarídeos. No Herbário Grego de Dioscórides (41-48 anos depois de Cristo – dC.) refere que a Aloé tem o poder de induzir o sono, fortificar o corpo, diminuir a barriga e limpar o estômago, curar as feridas e hemorroidas, tratar a queda do cabelo, queimaduras solares e outras e, doenças da pele. No Japão a Aloé foi massivamente utilizada no socorro prestado às vítimas de Hiroshima e Nagasaki, pela grande eficácia demonstrada. A Nasa, também constatou a capacidade da Aloé em absorver até 90% da toxicidade produzida por elementos químicos e neutralizar os efeitos negativos dos campos eletromagnéticos no organismo do ser humano. A Comissão de Energia Atómica dos EUA usou o gel de Aloé Vera no tratamento de queimaduras provocadas por raios X. Entusiasmado com estes desenvolvimentos, o médico Americano Dr. Peter Atherton, utilizou o sumo de Aloé como tónico e o gel em aplicações externas sobre a pele e cabelo nos seus pacientes na sua Clínica na Califórnia, tendo concluído um estudo científico  “The Actions and Evidences” em que descreve os benefícios “miraculosos” conseguidos: Proporciona saúde à pele e corpo, fornecendo uma ampla variedade de vitaminas, minerais, açúcares, enzimas e aminoácidos.

 

 

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A medicina sempre foi considerada uma arte sagrada e era ensinada nos templos. O diagnóstico da doença estava associado ao pecado, e o paciente era isolado para evitar a contaminação a outras pessoas, tanto físicas como espirituais e psicológicas.

O fígado era considerado o centro da vida. O sistema médico era muito mágico e religioso em que as estrelas e os deuses eram a razão da cura, ou seja, a explicação da doença tinha uma origem sobrenatural. Para os indianos a medicina significava a ciência da vida e a civilização hebraica utilizava o sacerdote como responsável pela implementação das regras de higiene. Esta época histórica coincide com o surgimento das primeiras civilizações 4000 anos antes de Cristo. A exploração dos remédios naturais com plantas medicinais desenvolveu-se na descoberta de substâncias adequadas para aliviar doenças e tecidos entorpecidos, em que o médico utiliza o conhecimento para a recuperação da saúde e eliminação da doença e, dá importância primordial à nutrição vinda da natureza (comida orgânica) e viver em harmonia com o Sol, a Lua e o Universo, ou seja, uma Vida Natural, um estilo de vida limpo e consciente, uma forma de se respeitar e cuidar de si mesmo.

Nas civilizações antigas, conhecer as plantas e as suas virtudes terapêuticas, era fundamental para as terapias médicas e para os médicos que não tinham outros recursos para o tratamento das doenças. Haviam as oficinas para o processamento das plantas (officinali), autênticos laboratórios onde preparavam óleos, pomadas e chás para todo o tipo de enfermidades. Eram chamados de herboristas, hoje conhecidos como ervanários. Não era fácil a colheita das múltiplas variedades de plantas, por estarem disseminadas em lugares mais longincuos e, até inacessíveis. No século I depois de Cristo começaram a ser plantados jardins medicinais onde plantavam plantas medicinais que eram utilizadas pela Medicina Humoral Hipocrática, que foi muito aperfeiçoada e desenvolvida em Roma pelo histórico e famoso médico Dr. Galeno. Este médico foi o grande impulsionador e, o primeiro médico, a considerar a dietética como parte indispensável na terapêutica da alimentação através do uso das frutas, verduras, plantas medicinais, dando uma visão científica muito evidente e inequívoca.

Na idade média os árabes deram o grande impulso tanto à alquimia como à química, com a invenção do alambique, o que permitiu a descoberta do álcool. Esta nova substância derivada da destilação de ervas e plantas medicinais, teve repercussões no desenvolvimento farmacêutico de corantes e destilados. Os árabes eram muito estudiosos e muito entusiasmados pelo conhecimento científico, de tal forma que foram os primeiros a organizar uma farmacopeia com descrições de receitas e as respetivas dosagens, a forma como tomar (posologia), aplicar e, composições químicas. Entre os séculos XI e XIII foram elaborados os primeiros textos farmacêuticos, nos quais as teorias Grega, Romana e Árabe se fundiram e, resumiram a definição das operações fundamentais para cada procedimento, ou seja: loção, decocção, infusão e trituração. Nesta época, as especiarias e as plantas medicinais tiveram uma grande expansão e, a Escola de Salerno chamou a si a grande responsabilidade para a criação da especialidade “expert” na seleção das plantas em que abundam as várias indicações terapêuticas e, provando cientificamente a sua eficácia, conhecimentos adotados  por todas as indústrias farmacêuticas até aos nossos tempos. No ano 1700, o médico naturalista sueco Carl von Linée operou a primeira classificação dos seres vivos, particularmente com a nomenclatura binominal, em que identificou as espécies de plantas vivas, dividindo-as de acordo com classes ordens e géneros, trazendo o estudo das plantas para o posto de disciplina científica em todos os aspetos. Com a síntese dos ingredientes ativos das plantas medicinais na terapia médica natural, destaca-se a fitoterapia utilizada pelo homem em todas as épocas da sua história.

 

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O magnésio é um mineral muito importante para o organismo, para a produção de energia e a saúde do sistema nervoso, cuja deficiência pode causar sintomas como irritabilidade, cãimbras e fadiga, que podem ser atenuados por meio de alimentos ou suplementos naturais.

O magnésio desempenha um papel importante em muitas reações fisiológicas do organismo vivo e participa na síntese de centenas de enzimas. É indispensável para a assimilação do fósforo, cálcio e potássio. É essencial para a atividade e equilíbrio do sistema nervoso e tem um efeito relaxante e calmante e, reduz a excitabilidade dos nervos e músculos. Reduz a secreção de adrenalina e é eficaz na dissolução de cãimbras e relaxa as tensões, como por exemplo, dor de cabeça, nervosismo, intestino irritável, taquicardia e até dores de estômago. O magnésio intervém na coagulação do sangue e no metabolismo de lipídios, proteínas e carboidratos e permite a produção de energia. Promove a manutenção e equilíbrio do PH no sangue, regula o ritmo cardíaco e tem uma ação vasodilatadora. É muito importante na formação, consolidação e crescimento ósseo. A deficiência de magnésio pode ocorrer sob condições de stress ou trauma psicofísico e produz distúrbios neuromusculares, como espasmos, dificuldade de concentração, insónia, doenças cardiovasculares e gastrointestinais.

A necessidade, ou exigência diária de magnésio, é determinada pela quantidade de cálcio, proteínas, fósforo e vitamina D, presentes na dieta nutricional quotidiana e poderá aumentar, na proporcionalidade dos níveis de colesterol doentio, presentes no organismo .Também, quando os níveis de saúde e energia estiverem desequilibrados por fatores de envelhecimento, stress, falta de sono ou insónias, consumo de álcool, resistência à insulina e diabetes, alguns medicamentos como antibióticos, o microbioma intestinal desequilibrado, mau funcionamento renal, etc. O magnésio melhora o equilíbrio psicológico e contribui para o relaxamento, estados de nervosismo, de medos, hipocondria e esquizofrenia. É muito útil em casos de depressão, impotência e fadiga mental. O magnésio atenua a excitabilidade e a agressividade e fortalece o espírito de resistência. Contribui para a estimulação da coragem e para uma atitude mais construtiva e positiva.

Sendo o magnésio um mineral importante para o bom funcionamento cardíaco  e dos ossos, onde devemos recorrer para mantermos o equilíbrio? Nas verduras de folha verde intenso como brócolos e couve galega, alface,  folhas de beterraba, espinafres, grãos de soja bio, arroz integral, abacate, iogurte natural bio, bananas, figos secos, cacau (chocolate negro), amêndoas, coentros, feijão preto, castanhas, sementes, nozes, abóbora, frutos e bagas, peixes gordos ricos em ômega 3, etc. O magnésio está presente nas células, tecidos, órgãos e, o conteúdo corporal no organismo adulto é de cerca de 25 gramas, sendo que 60% está presente nos ossos, 39% é intracelular e cerca de 1%, é encontrado em líquidos extra celulares. A quantidade deste importante elemento é regularmente equilibrada no organismo, graças à interação com outros minerais. Se o magnésio começa a faltar nas células, o corpo retira-o das suas reservas, isto é, dos ossos e do fígado, causando os primeiros sintomas de deficiência. O magnésio sendo importante para a saúde porque ajuda as células musculares a relaxar, incluindo o coração, também é essencial para o processo de mineralização e desenvolvimento do sistema esquelético. Estudos recentes têm revelado que a deficiência de magnésio tem sido associada a doenças cardíacas, batimentos cardíacos irregulares e palpitações. Estudos recentes têm revelado que dietas ricas em magnésio podem promover a redução da pressão arterial, especialmente em idosos e, evitar o aparecimento de distúrbios cardíacos.

Uma suplementação de magnésio deverá considerar sempre o equilíbrio com cálcio, vitamina K2 e D. A necessidade diária de magnésio em homens é de 420mg e, 320mg em mulheres. Nas crianças deverá ser determinado de acordo com idade, por profissional de saúde habilitado.

 

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Chega a primavera e os dias bonitos alegram as pessoas, mas a primavera não é sinónimo de felicidade para todos, porque também chegam os pólenes e as alergias, sinónimo de sofrimento para muitas pessoas.

Mas o que são e, como funcionam as alergias?

Linfócitos e células imunes do sangue, patrulham permanentemente o nosso corpo para detetar bactérias, vírus, pólen, substâncias químicas e microrganismos que poderiam prejudica-lo. Quando o sistema imunitário deteta algo que possa representar uma ameaça, memoriza a identidade do invasor, para quando atacar de novo poder eliminá-lo. Normalmente os alergénicos estão contidos no ar, como a poeira, ácaros, pólen, mofo, pêlos de animais.

Qual a diferença entre alergias e asma?

Os distúrbios poderão ter muito em comum, mas a asma é uma doença pulmonar crónica e, por conseguinte mais grave. A asma pode ser desencadeada por algum tipo de alergias, mas também por vários tipos de fatores e os sintomas são o peito oprimido, dificuldade em expirar, cansaço, tosse e chieira. Este tipo de enfermidade é limitante e apresenta certos riscos que pode restringir seriamente a capacidade respiratória. As alergias embora sejam dolorosas, não têm um risco tão elevado. É importante sublinhar que, além de substâncias no ar, existem determinados alimentos, produtos químicos e insetos que podem desencadear alergias no sistema digestivo, pele e olhos. Com a integração de produtos alimentares muito transformados e quantidades exageradas de químicos na sua composição e ambiente, têm aumentado significativamente nos últimos quarenta anos a quantidade deste tipo de pacientes e, a quantidade do número de crianças com estes sintomas disparou.

Como podemos identificar se temos alergia sazonal?

Os sintomas são espirros, corrimento nasal incolor, comichão ou secura nos olhos, dor de cabeça, congestão e inflamação dos seios nasais. Os sintomas são semelhantes ao resfriado, todavia e, neste caso, a secreção nasal é bastante esbranquiçada ou esverdeada.  Além disso, as alergias ocorrem mais vezes e, geralmente, acontecem na mesma época de cada ano.

As alergias porque são tão comuns na Primavera?

O pólen das plantas são grãos microscópicos que lhes permitem reproduzir-se e é isso que causa alergias. Não é tanto o pólen das flores do jardim, mas sim o pólen das árvores, gramíneas e ervas daninhas que estão mais diretamente envolvidas. O vento é o grande transportador e disseminador de alergénicos. Pesquisadores descobriram pólen de arbustos a cerca de 650 Km da costa e a mais de 3.000 metros acima do nível do mar. Perante isto, eliminar os culpados à volta de nossa casa, pouco significa. As ervas daninhas produzem proporcionalmente a maior quantidade de pólen alergénico e as árvores mais implicadas são a oliveira, carvalho, freixo, olmo, bétula, álamo e pinheiro.

As alergias são curáveis?

Normalmente não. Existem contudo antialérgicos, sendo os mais comuns os anti-histamínicos. Na medicina natural o óleo de perila é usado com grande eficácia a par de algumas plantas medicinais anticolinérgicas nasais, cuja função é limpar os seios nasais. A haloterapia tem-se revelado um tratamento de muita eficácia, porque para além de contribuir para uma higiene do sistema respiratório, contribui também para o reforço do sistema imunitário. Diferentes e variados estudos indicam que o risco de sofrer de alergias e asma é maior quando o sistema imunitário está debilitado. A melhor conduta para reforçar o sistema imunitário é o controle do stress, exercício físico e uma alimentação rica em frutas e vegetais.

 

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Cada vez se verifica mais, que uma grande parte das pessoas se poderia tratar e curar, exercitando-se todos os dias ao ar puro. Podemos citar entre outros tipos de doenças a obesidade, diabetes, colesterol, depressão, sistema cardiovascular, respiratório,etc. Contudo, quando aconselhamos, ouvimos como resposta: Eu sei, mas não tenho tempo para caminhar, nem para fazer exercício, porque tenho uma vida muito preenchida. Ou são os filhos, ou reuniões, ou os horários incompatíveis, ou porque está frio, ou porque está a chover, enfim, tudo serve de pretexto.

Mas então o que pretendem uma grande parte de pessoas? Ou o que procuram?

Remédios que tratem da saúde e sejam eficazes, em detrimento do movimento físico. Mas na verdade, não há remédio algum que possa substituir a atividade física. Todo aquele que deixa “enferrujar” os seus órgãos e os seus músculos, corre sérios riscos de enfraquecer o seu organismo e cair doente. Nos dias de hoje, todas as medicinas reconhecem o valor terapêutico do movimento e, desde há largos anos, isto é salientado pelos especialistas de tratamentos e recuperação desportivos. Existem algumas doenças que resistem a medicações, sejam químicas ou naturais, mas que podem ser eficazmente combatidas e curadas por meio de atividades físicas. Temos como exemplo diversas formas de reumatismos articulares, bursites, asma, afeções pulmonares, obesidade, perturbações cardiovasculares e circulatórias, etc.

Porque deve a atividade física tornar-se um fator de saúde e de cura?

Não faltam factos que nos transportam a esta conclusão. Fruto da vida moderna, é sabido desde há muitos anos que as afeções cardiovasculares são muito mais frequentes nas pessoas que têm um modo de vida sedentário do que naquelas que se exercitam, tanto pelo caracter da profissão, como pela atividade desportiva. Mais do que nunca, é necessário conhecer os elos existentes entre o movimento e as funções cardiovasculares e, verificar que as novas tecnologias como mecanização, automatização, robótica e informática, dispensou o homem de um grande número de esforços físicos. O ser humano tornou-se num “enfermo do movimento”.

Não é por acaso, que nos dias de hoje, os médicos prestam cada vez mais importância ao exercício e movimento para a manutenção da saúde. A atrofia muscular por falta de exercício físico, pode potenciar uma série de doenças. É o que acontece frequentemente com trabalhadores intelectuais que se queixam de enxaquecas, de melancolia, cansaço, prisão de ventre e hemorroidas, insónias, distúrbios cardiovasculares, reumatismo e perturbações metabólicas. Todo aquele que exerça uma atividade profissional em que esteja sentado, faz tão poucos movimentos que até deixa de respirar profundamente. Se a isto adicionarmos os efeitos nocivos de uma alimentação desequilibrada da vida moderna e, do tabaco, fácilmente se desenvolvem fatores de estados doentios. Este tipo de pessoas necessita como tratamento de base o exercício sistemático. Obviamente que um passeio de vez em quando, ou alguns trabalhos caseiros, não são suficientes para manter a forma dos músculos do nosso corpo, os ossos, os tendões e as articulações. Para além da caminhada, são importantes os exercícios musculares, porque provocam uma estimulação sobre os nossos órgãos internos. Segundo a Lei de Weber, o movimento dilata primeiramente os vasos dos músculos em atividade. Depois, a estimulação geral da circulação e, a aceleração dos batimentos cardíacos provocam uma melhor irrigação dos músculos inativos dos órgãos internos e do cérebro. O movimento determina não só o transporte de sangue puro para os tecidos e órgãos, mas também torna possível a evacuação dos resíduos pelo sangue venoso. O coração bombeia o sangue que irá percorrer até aos capilares de todo o nosso organismo.

 

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Vitaminas, Fibras e Minerais – os nutrientes que o corpo precisa

A sopa composta por uma boa variedade de vegetais, é um verdadeiro elixir de bem estar, graças à mistura única de sais minerais, fibras, vitaminas, proteínas e carboidratos. A sopa de verduras e vegetais é um prato nutritivo, equilibrado e completo, excelente para todas as idades: cada porção é equivalente a um total de fibras, proteínas vegetais e carboidratos, enquanto as gorduras são reduzidas ao mínimo. Ou seja, todas as caraterísticas que fazem da sopa um dos melhores alimentos para todos aqueles que querem manter o peso sobe controle e querem fazer uma alimentação saudável e, rica em sabor.

Quando se pretenda transformar numa refeição única e exclusiva, pode-se adicionar algum tipo de cereais ou macarrão, ou algum tipo de leguminosas (feijão, grão, lentilhas), sendo vantajoso variar e alternar os ingredientes. As calorias da sopa são reduzidas, mas as fibras são de alto teor, conjuntamente com as vitaminas e os sais minerais. A versatilidade deste prato torna-o altamente recomendado para todos os que queiram seguir uma alimentação nutritiva, baixa em calorias e, muito equilibrada. Os sais minerais como sódio, cálcio, zinco, selênio, cobre e manganês, estão presentes no conjunto da mistura das verduras e vegetais variados, garantindo um excelente fornecimento desses nutrientes tão preciosos. O cobre e o magnésio são abundantes nos feijões, cuja importância é de grande interesse para a formação do esqueleto e dos dentes, bem como para a formação dos tecidos conjuntivos. O cobre também é muito abundante nas lentilhas, essencial para a saúde da pele e do cérebro. As batatas e as cebolas contêm generosas quantidades de potássio, o que ajuda o nosso organismo a reduzir a retenção de água e pode ter efeitos benéficos sobre a saúde do coração. O Cálcio é essencial para a formação e rigidez dos ossos e dentes e ajuda a regular a coagulação sanguínea e muscular. Está presente nas verduras como brócolos, couve galega, repolho e outros como alho francês, aipo, etc. O magnésio está presente nos cereais, leguminosas, e verduras folha verde escura, essencial
para os músculos e tecido nervoso. O ferro é essencial para a saúde física e mental e determinante para manter os níveis de energia elevada. A ausência de ferro no organismo poderá causar dores de cabeça, anemia, fadiga permanente, nevralgias, lesões dos nervos periféricos. O ferro pode encontrar-se nos espinafres, favas, verduras, beterraba vermelha, feijão e lentilhas, enquanto os tomates, repolho e couve flor, promovem a sua boa absorção no organismo. O manganês é um mineral contido no manjericão, essencial para ativar as enzimas essenciais para a digestão e assimilação dos nutrientes. As vitaminas que se podem obter numa sopa são as do complexo B, fundamentais para o bom funcionamento do fígado, do sistema nervoso, para o metabolismo dos lípidos e proteínas. A vitamina A também está presente para ajudar a regular o desenvolvimento celular e a regeneração dos tecidos. É importante para melhorar a visão noturna e estimular as defesas do sistema imunitário. Ainda temos também a vitamina C, que está presente quase em todos os legumes e verduras e que ajuda a reduzir a ação dos radicais livres na células e repara os tecidos e, é útil para fortalecer o sistema imunitário.

Onde encontramos esta riqueza de benefícios? Nas batatas, verduras de folha verde, tomates, cenouras, espargos, cebolas, alho, etc. Os carboidratos minerais são complexos, em comparação com os carboidratos simples e, ajudam a controlar os níveis de glicose, colesterol e triglicéridos no sangue e promovem a sensação de saciedade. A quantidade de carboidratos varia de vegetais para vegetais. Por exemplo batatas 17grs de carboidratos por cada 100grs, alho francês 14grs, cenouras 9,5grs, cebolas 9,3grs, repolho e feijão verde 6grs. Para assegurarmos uma nutrição completa, deveremos contemplar sais minerais, vitaminas, fibras, proteínas vegetais e carboidratos.

 

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Sais minerais – o que são e quais as suas funções?

Embora os sais minerais constituam uma parte relativamente pequena do corpo humano, cerca de 6,2% do peso corporal, têm funções fundamentais na constituição de alguns tecidos, ou fatores essenciais para algumas das funções biológicas e também para o crescimento.

Os minerais são substâncias requeridas pelo corpo em pequenas quantidades para desempenhar muitas funções vitais.

Estes incluem por exemplo a formação de ossos e dentes, bem como participam da composição dos fluidos e tecidos corporais e também na função dos sistemas enzimáticos e da função nervosa. Alguns minerais são necessários em quantidades maiores que outras, como por exemplo o cálcio, fósforo, magnésio, sódio, potássio, e cloreto. Outros em pequenas quantidades, como, ferro, zinco, iodo, flúor, selênio e cobre. Os minerais são absorvidos de forma mais eficaz pelo corpo, se fornecidos através dos alimentos, do que através de suplementos.

Ferro: propriedades e alimentos que o contêm

O ferro desempenha um papel crucial na manutenção da saúde, uma vez que a sua falta para o organismo está ligada ao mau funcionamento de vários mecanismos biológicos, como a distúrbios no crescimento da criança e durante o seu desenvolvimento. O corpo usa ferro para produzir hemoglobina, uma proteína encontrada nos glóbulos vermelhos que transporta oxigénio dos pulmões para todo o corpo e, uma proteína chamada de mioglobina, que fornece oxigénio aos músculos. Considerando as perdas fisiológicas através da pele, intestinos, trato urinário, vias aéreas e menstruação nas mulheres, a nutrição tem um desempenho crucial na manutenção e equilíbrio do ferro, que pode ser encontrado numa grande variedade de alimentos, cuja absorção é facilitada pela presença de ácido ascórbico (Vitamina C).

Zinco: propriedades e alimentos ricos

A deficiência de zinco parece ser um grande problema em todo o mundo, afetando cerca de 40% da população. Crianças, adolescentes e jovens, correm sérios riscos de deficiência de zinco. O zinco encontra-se em todas as células do corpo e ajuda o sistema imunitário a combater vírus e bactérias. Durante a gravidez e a infância, o corpo precisa de zinco para crescer e desenvolver-se adequadamente. O zinco também ajuda na cicatrização de feridas e é importante para o bom funcionamento dos sentidos, sabor e cheiro e, saúde da próstata. Uma nutrição equilibrada em zinco, é importante para a função cerebral ideal e, pode prevenir o declínio cognitivo, como avanço da idade.

Cálcio: os alimentos que o contêm, suas propriedades e benefícios

O cálcio é o mineral mais abundante do corpo e é essencial para uma série de funções vitais, como o desenvolvimento e manutenção da saúde dos ossos e dentes, juntamente com a vitamina D e, muitos outros nutrientes como a vitamina K. O cálcio também desempenha um papel essencial na sinalização intracelular para permitir a regulação dos processos metabólicos, a transmissão e informação do sistema nervoso, controle da contração muscular (incluindo a do coração e, coagulação sanguínea).

Iodo: os alimentos que o contêm, suas funções para a tiroide e para o metabolismo

O iodo é um mineral encontrado em alguns alimentos, mas é sempre útil utilizar sal iodado, ou algas marinhas, ou peixe do mar para evitar a sua escassez. O organismo precisa de iodo para formar hormonas tireoidianas, que controlam o metabolismo e muitas outras funções importantes, como a manutenção óssea e o desenvolvimento cerebral durante a gravidez e a infância. O iodo é importante para todos, mas é absolutamente indispensável para recém-nascidos e mulheres grávidas.

 

⌈ Juvenal Silva, Naturopata
Cédula Profissional 0300193 – ACSS ⌋       

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Existem disponíveis no mercado muitos suplementos dietéticos e, nem sempre são conhecidas as suas verdadeiras funções, causando alguma dificuldade ou confusão. Assim sendo, torna-se importante conhecer e compreender a importância de cada um deles, pelo que enumero alguns dos mais representativos.

Lactobacillus acidophilus – é uma cultura bacteriana que se encontra nos produtos à base de leite fermentado como o iogurte, o soro e o Kefir. Comercializa-se em cápsulas ou em pó. A sua função é restabelecer as bactérias intestinais saudáveis e destruir os organismos patogénicos presentes nos intestinos. Este suplemento deverá ser tomado por todas as pessoas algumas vezes durante o ano, mas muito particularmente por quem sofra de problemas digestivos e intestinais, problemas de pele, doenças crónicas, alergias, incapacidade de absorção de alimentos e vitaminas, ou careçam de tratamentos antibióticos. É também utilizado para controlar a flatulência porque altera a composição das bactérias e cria uma situação de menor fermentação e menor formação de gases.

Aloe Vera – são imensos os produtos que existem no mercado, mas os mais reconhecidos como medicinais, têm origem nas variedades Aloe Arborescens e Aloe Barbadensis. Particularmente os sumos, pomada e o gel, têm propriedades notáveis, desde as pequenas enfermidades às doenças oncológicas. Esta planta é muito rica em saponinas, produto que bloqueia as enzimas inflamatórias no organismo e remove os mucos. É também muito rica em antraquinona, que é um antibiótico natural com propriedades antifúngicas. Além disso, os Aloés contêm vitaminas e sais minerais e uma proteína com os 18 aminoácidos, hormonas essenciais na cura de feridas. Externamente o Aloe é utilizado no tratamento de acne, ulcerações e outros problemas de pele, como também queimaduras, incluindo as provocadas por raios X e radioterapia. Internamente, o Aloe devido à sua multiplicidade de componentes fitoquímicos, é utilizado nas doenças do sistema digestivo, pulmonares, obstipação intestinal e oncológicas.

Spirulina – é uma microalga que cresce naturalmente em lagos alcalinos do México e da África e contém entre 60-70% de proteína, quase totalmente digerível, contendo ainda vitaminas do complexo B e sais minerais como o cálcio, o fósforo, magnésio e zinco. Não tem vitamina B6, C, nem D, ou mesmo hidratos de carbono, gorduras ou fibras; Por isso, não é um alimento completo. Contudo, a spirulina é um Super alimento com mais proteína que as carnes vermelhas, que ajuda a evitar a desnutrição em dietas vegetarianas vegan e nos tratamentos da síndrome metabólica, cardiovasculares e anemia. Para além disso, tem grande quantidade de clorofila, antioxidante que ajuda a inibir a produção de moléculas envolvidas nos processos inflamatório e reforça o Sistema Imunitário. Co-enzima Q ( CoQ – 10 ) – É um nutriente com um importante papel na produção de energia nas células do organismo e no processo de oxigenação. É produzida pelo nosso organismo e pode ser obtida através da dieta. Contudo, várias investigações têm demonstrado fracas quantidades de Co-Q10 nos tecidos humanos, pela que a sua suplementação se torna importante nas doenças cardiovasculares, hipertensão e fadiga por ineficácia da tiroide.

Só se consideram Suplementos Dietéticos os que estejam autorizados pelas autoridades competentes e sejam sujeitos aos meios de controle de acordo com a legislação em vigor.

 

⌈ Juvenal Silva, Naturopata
Cédula Profissional 0300193 – ACSS ⌋       

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